Pular para o conteúdo principal

AUTOCONHECIMENTO-A CULPA

A CULPA É SEMPRE DOS OUTROS?

Responsabilizar-se pelos próprios atos ajuda a se conhecer melhor

 
"É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro", já dizia Raul Seixas na sua música "Por quem os sinos dobram". E, de fato, não podemos negar que realmente é muito fácil colocarmos a culpa em alguém ou em alguma coisa pelas situações (principalmente as desagradáveis) que acontecem em nossas vidas.
Colocar a responsabilidade em alguma coisa externa, que está fora, nos traz um alívio momentâneo. Mas será que este alívio nos traz crescimento? E você acha que vale mais a pena um alívio momentâneo ou de fato progredir no caminho evolutivo de consciência?
A autorresponsabilidade, por mais desafiante que seja, tem a força de nos trazer a semente do desenvolvimento. Afinal, é praticamente impossível alcançarmos evolução sem nos responsabilizarmos pelos nossos atos. É preciso aceitar e se responsabilizar pelos desafios do nível presente onde nos encontramos.

ENCARE AS SITUAÇÕES COMO UM JOGO

Para facilitar, vamos imaginar um jogo no qual precisamos andar de casa em casa até chegarmos ao final (o qual é representado pela própria energia do amor e da harmonia constantes em nossas vidas). Nesse jogo, cada casa representa um nível de consciência e a regra diz que a única forma de sairmos de uma casa e progredirmos para a próxima é absorvendo o aprendizado da casa que nos encontramos, integrando a consciência deste nível. Assim, caminharemos de passo em passo até a meta final, ou seja, a libertação!
Por exemplo, podemos imaginar que o momento da vida que estamos passando nos exige aceitação. Isso significa que enquanto não desenvolvermos essa aceitação vamos continuar "sofrendo" no duro aprendizado. A partir do momento em que aceitarmos, conseguiremos então dar um passo a frente no jogo e em nossa jornada evolutiva.
Visualizando esse jogo e fazendo uma relação com a nossa vida, podemos entender que as situações acontecem para nos mostrar em que casa/nível de consciência estamos. Se formos mais a fundo um pouco, poderemos perceber que algumas situações só se repetem em nossas vidas quando ainda não aprendemos de fato o que elas têm para nos ensinar. Quando esse aprendizado é assimilado, que maravilha! Avançamos uma casa e podemos então progredir um nível a mais na jornada do amor ou da harmonia.
A autorresponsabilidade é uma chave poderosa para andarmos um passo neste jogo, pois ela traz consigo a verdade. Só quando assumimos onde estamos e passamos o que devemos passar é que a integração pode acontecer. Enquanto nossos medos, vergonhas e culpas nos afastarem daquilo que a vida tem para nos ensinar, ficará muito difícil progredirmos no caminho do amor
.

Postagens mais visitadas deste blog

DESENHO DE BONECAS-MENINAS-IMAGENS

DESENHO DE BONECAS-MENINAS-IMAGENS-





























































atores (delícias!)

CELEBRIDADES
Descamisados: atores (delícias!) tiram a camisa em nome de seus personagens no cinema
Rodrigo Santoro Claro que não poderia faltar uma beleza nacional, pois não só de tanquinhos gringos é feito o cinema. Rodrigo encantou a mulherada (e Cameron Diaz) no filme "As Panteras Detonando".

Kellan Lutz
Ele é mais que um rostinho bonito. É também um corpaço lindo. Essa outra delícia da saga "Crepúsculo" tira a camisa em cenas do longa épico "Imortais". E aguardem que vem mais por ai! Em 2014 ele será a estrela de "Hércules".











Justin Timberlake Com mais fama de bom moço do que de gostosão, no filme "Amizade Colorida" Justin mostra que pode arrancar mais que boas risadas de Mila Kunis. Com o torso bem definido, a gente não duvida!
















poemas-frases-pensamentos-Síndrome do Pânico

poemas-frases-pensamentos
Síndrome do Pânico

Vamos, não chores.
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.

O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.

Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis carro, navio, terra.
Mas tens um cão.

Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o humor?

A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.

Tudo somado, devias
precipitar-te, de vez, nas águas.
Estás nu na areia, no vento...
Dorme, meu filho.

Carlos Drummond de Andrade

(Via Geraldo Magno)