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bem-estar

Decisões exaustivas

A roupa da festa, o filme no cinema, o prato do almoço... Quantas escolhas a gente faz por dia? Nem dá para saber. No fim das contas, esse número
No fim das contas, esse número infindável de resoluções cotidianas pode provocar uma baita fadiga mental, abrindo alas para lapsos e afins. É o que revela um estudo publicado pela Associação Psicológica Americana. Indivíduos impelidos a tomar uma decisão, mesmo que agradável, logo depois se saíram mal em testes de matemática, mostrou a pesquisa. Fazer muitas escolhas pode ser prejudicial. Isso porque elas atrapalham a capacidade de organização das idéias, explica Kathleen Vohs, autora do trabalho. Assim, sempre que houver algo importante para resolver, evite se desgastar com dúvidas irrelevantes, aconselha. E deixe que alguém de confiança se encarregue das questões menores.




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atores (delícias!)

CELEBRIDADES
Descamisados: atores (delícias!) tiram a camisa em nome de seus personagens no cinema
Rodrigo Santoro Claro que não poderia faltar uma beleza nacional, pois não só de tanquinhos gringos é feito o cinema. Rodrigo encantou a mulherada (e Cameron Diaz) no filme "As Panteras Detonando".

Kellan Lutz
Ele é mais que um rostinho bonito. É também um corpaço lindo. Essa outra delícia da saga "Crepúsculo" tira a camisa em cenas do longa épico "Imortais". E aguardem que vem mais por ai! Em 2014 ele será a estrela de "Hércules".











Justin Timberlake Com mais fama de bom moço do que de gostosão, no filme "Amizade Colorida" Justin mostra que pode arrancar mais que boas risadas de Mila Kunis. Com o torso bem definido, a gente não duvida!
















poemas-frases-pensamentos-Síndrome do Pânico

poemas-frases-pensamentos
Síndrome do Pânico

Vamos, não chores.
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.

O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.

Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis carro, navio, terra.
Mas tens um cão.

Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o humor?

A injustiça não se resolve.
À sombra do mundo errado
murmuraste um protesto tímido.
Mas virão outros.

Tudo somado, devias
precipitar-te, de vez, nas águas.
Estás nu na areia, no vento...
Dorme, meu filho.

Carlos Drummond de Andrade

(Via Geraldo Magno)